Becas e Artur Ferreira dois dos pioneiros em Portugal

 

Olá a todos.

Daqui fala novamente Sílvio Fortunato, com mais uma entrevista incrível, com um casal que já está connosco há algum tempo. O Artur e a Becas perseguiam o sonho de trabalhar para eles próprios através da Internet, já há muito tempo, mesmo antes de todos nos conhecermos. Eram a exceção à regra, foram uns pioneiros de Internet Marketing em Portugal. Tiveram a visão de apostar num mercado que nem sequer existia, o de língua portuguesa.

Como foi começar como Internet Marketer?

Há uns anos atrás não sabiam o rumo que iam dar à sua vida. Estavam fechados numa loja, a vender móveis, mas não estavam confortáveis a trabalhar ao sábado e domingo, enquanto toda a gente passeava. Os anos foram passando e perceberam que não era aquilo que queriam para a sua vida. Não queriam estar fechados num sítio a trabalhar para outrem. Queriam trabalhar para eles próprios.

O Artur sempre teve o sonho de ser empresário mas nunca tinha tomado a decisão de o ser. Mas desde que decidiu mudar, percebeu que era naquele momento ou nunca, que ia deixar de trabalhar para outros.

Fizeram aquilo que qualquer pessoa devia fazer, analisaram o vosso futuro, perceberam o que queriam e fizeram mudanças.

Ao contrário das outras pessoas, não estavam desempregados. Trabalham numa empresa de referência a nível nacional, com ordenado em dia. Mas não eram felizes. Não eram felizes porque ao trabalhar para outras pessoas não eram livres. Decidiram dizer “basta”. Uns dias antes de o fazer, o Artur esteve a falar com um amigo que trabalhava com Internet, o que lhe despertou curiosidade. Quando chegou a casa, fez aquilo que lhe tinham dito. Criou uns blogs, criou conteúdo, e percebeu que era aquilo que queria fazer para o resto da vida. Percebeu que se dedicasse realmente àquilo, ia alcançar o que queria.

Percebeste que era aquilo que gostavas de fazer, independentemente dos resultados que tinhas até à altura?

O primeiro cheque que recebeu foi de 50 dólares, ao fim de 2 meses. E aí percebeu que era realmente possível ganhar dinheiro através da Internet. Despediu-se no dia seguinte e deixou a família toda em choque, pois tinha um emprego seguro, em altura de crise. Estava toda a gente contra essa opção. Mas aquilo que pensava era que, assim, podia estar em casa ao fim-de-semana, aos feriados, e disfrutar de tempo com a família. Sonhava em ter um negócio seu. Foi como blogger que percebeu que ia ter isso tudo.

Como é que chegaram até aos Lazy Millionaires?

O Artur despediu-se em 2008 e a Becas em 2009. Em 2009, a Becas começou também a bloggar. Durante alguns anos dedicaram-se os dois aos blogs, até terem conhecido o projeto da Empower, através de uma amiga, a Paula Garcia, que já tinha sucesso nesta área. Curiosamente, uns anos antes tinha sido o Artur a ensinar a Paula a como se iniciar no mundo do blogging. A Paula convidou a Artur a juntar-se ao projeto e este disse que sim, porque percebeu que com a quantidade de blogs que tinha, tinha voltado a não ser livre, e que não tinha tempo de qualidade com o filho.

Ou seja, encontraste uma forma diferente de trabalhar em Internet Marketing?

Todos nós que trabalhamos com comércio, temos uma utopia: vender sem falar com as pessoas, vender a dormir. É isso que qualquer vendedor gostava de saber fazer. E foi na Empower que o Artur percebeu que esse sistema existia, com a equipa dos Lazy por trás. Além disso, com um potencial de rendimento muito maior, poderia ganhar num dia aquilo que estava a ganhar num mês. Tiveram a humildade de aprender com quem ensinaram, o que não é comum, e retirar os frutos disso.

Em que é que mudou a vossa forma de trabalhar quando chegaram aos Lazy?

Para a Becas, sente que quando trabalhavam como bloggers, tudo aquilo que aprenderam, aprenderam sozinhos. Quando entraram para os Lazy, sentiu um grande apoio da equipa, que toda a gente tinha alguma coisa para ensinar, que tinham pessoas na equipa que lhes podiam orientar em como criar o negócio. Isso não acontecia quando trabalhavam como bloggers.

Para o Artur, a forma como faziam o seu trabalho mudou completamente. Têm um sistema mais automatizado, já não têm a preocupação de fazer um certo trabalho no momento, o que permite ter mais liberdade. Ao terem um sistema que trabalhava por eles, deixaram de sentir o stress habitual e, como casal, melhoraram muito o seu relacionamento, pois passaram a ter mais tempo um para o outro. Dizem que, hoje, com os Lazy e com a Empower, são muito mais felizes.

O facto de trabalharem com infoprodutos com uma percentagem bastante alta, faz muita diferença ao final do mês?

Quando tinham a mentalidade de blogger, estavam um pouco limitados quanto a investirem na sua formação, pois tal como os outros bloggers, estavam habituados a obter informação gratuita, e depois divulgar essa informação em forma de conteúdo, também gratuitamente.

Eles também eram assim. Quando entraram neste projeto, custou-lhes bastante investir dinheiro nos cursos da Empower, porque não estavam habituados a investir na própria aprendizagem. No entanto, uma coisa que aprenderam depois de terem entrado para este projeto é que, se querem que o seu negócio cresça rápido e de forma consistente, a única forma que têm é investir no próprio negócio, seja em infoprodutos, seja a através de publicidade paga. Hoje sabem que, para que o negócio cresça, têm sempre de pôr de parte algum dinheiro para publicidade.

Como veem o vosso futuro?

Veem o futuro com uma cor muito bonita. Isto porque no grupo dos Lazy existe uma coisa muito benéfica para todos, que é a partilha de informação, são muitos a trabalhar no mesmo sentido. Sabem que, ao estarem envolvidos num grupo destes, que trabalha com humildade, que o futuro vai ser muito risonho. Veem-se a liderar uma grande equipa daqui a uns meses, a ajudar muito mais pessoas que aquelas que já ajudaram até hoje, e a ajudar este projeto a ser a referência nº1 a nível nacional e internacional, projeto que está a fazer uma revolução no mercado. Veem já o filho com um futuro brilhante, pois ele com 14 anos já tem uma visão desta área completamente diferente daquela que o Artur tinha aos 30. Já percebe que o conteúdo que publica vai ser uma fonte de rendimento no futuro.

Nas empresas onde trabalhavam não podiam visitar o outro, porque trabalhavam como concorrência, não podiam levar o filho para o local de trabalho, e neste momento, é totalmente ao contrário. Promovem o trabalho em família, o trabalho em equipa e potenciam-se uns aos outros em vez de ser concorrentes.

Quando trabalhamos por conta de outrem, estamos limitados de certa maneira, enquanto um empreendedor não tem limitações e assim o horizonte pode ser muitíssimo maior. E ao dar estas noções de empreendedorismo aos filhos, cria-se uma diferença enorme anos depois.

Que conselhos dariam a alguém que sente que não faz aquilo que o faz feliz?

Diriam para não terem medo. Normalmente nos empregos tradicionais, as pessoas sentem uma falsa segurança, que só existe na nossa cabeça e que não permite à pessoa avançar. Não tenham medo de arriscar e não se deixem convencer que não são capazes. Entrar neste projeto foi a melhor coisa que lhes podia ter acontecido, porque finalmente encontraram alguém que pensava como eles, que pensavam em ser livres. Essa liberdade só encontraram aqui.

Segundo o Artur, as pessoas precisam de fazer duas coisas. A primeira é parar para pensar. Pensar se aquilo que estão a fazer hoje lhes vai dar um futuro amanhã e um futuro para os filhos. Vê muitas pessoas que sabem que o caminho em que estão não traz futuro para ninguém, mas não saem desse caminho.

A segunda coisa é, como diz a Becas, perder o medo e avançar. Não ter medo de agir e dar movimento à nossa vida e não ficar à espera que aconteça alguma coisa de diferente. Às vezes custa dar o primeiro passo, mas depois é um passo atrás de outro.

Parem para pensar e para agir e sigam sempre nessa direção. Vão encontrar muitas pessoas quepensam dessa forma e que não se conformam com aquilo que têm. São pessoas que não se conformaram com aquilo que tinham e que mudaram de direção.

Para sabermos onde vamos estar daqui a 5 anos, não é preciso uma bola de cristal. Basta olhar para 5 pessoas que fazem exatamente o que fazemos há 5 anos, basta olhar para essas pessoas, ver a vida que levam, a casa que têm… Se essas pessoas não levam a vida que queremos ter, esse é o primeiro sinal de alerta. Gostar do que se faz não é suficiente para termos a possibilidade de cumprirmos todos os sonhos e todos os objetivos, porque simplesmente não é possível.

A solução é fazer o que os sonhadores, os empreendedores fazem, perceber que só se tem uma vida, e correr atrás da nossa felicidade.

Se o Artur e a Becas não tivessem essa coragem, hoje estariam a agredir-se a si próprios pois estariam a fazer algo que gostavam mas que passariam a odiar. Poucas pessoas tomam essa decisão, e é preciso dar os parabéns a quem o faz. Não vai ser sempre alegria, não vai ser sempre fácil, mas quando estás num sítio em que te sentes feliz, a vida fica muito mais fácil.

Obrigado aos dois e até à próxima entrevista.

 

Para começar a trabalhar comigo registe-se em www.networking-power.com/f1jnpt

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